Notícias de Trás-os-Montes e Alto Douro

Orgão da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa

18 DE JUNHO: DIA DE CHAVES NA SEDE DA CTMAD, EM LISBOA

Posted by ntmad em 22 05 2011

CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO DE LISBOA

18 JUNHO 2011

DIA DE CHAVES

 

11,00 h – Abertura com a presença do Presidente da Câmara de Chaves e do Vereador do Pelouro da Cultura

11,30 h – Apontamentos históricos relevantes sobre Chaves por António de Barros Teixeira Homem e José Vicente Montalvão Machado

13,00 h – Aperitivos e entradas (que incluem folar e pastelinhos de Chaves)

13,30 h – Almoço em que o prato principal é “Rancho à moda de Chaves” acompanhado de vinho “Quinta de Arcossó”, da região da Ribeira de Oura e outras bebidas.

15,00 h – Consulta de documentos, fotografias e de livros sobre Chaves e de autores da região

16,00 h Recitação de poemas dos autores ligados a Chaves: Artur Maria Afonso e Eduardo Guerra Carneiro, pela declamadora Gloria de Sousa 

16,30 h – Projecção de filmes sobre Chaves

17,30 h – Breve referência histórica à Casa de Trás os Montes e Alto Douro e encerramento do evento.

 

INSCRIÇÕES PARA ALMOÇO:
ATÉ DIA 14 DE JUNHO (TERÇA-FEIRA), NA SEDE DA CTMAD, EM LISBOA, CAMPO PEQUENO 50, 3º ESQ., TELEF. 217 939 311, E-MAIL: ctmad.lisboa@gmail.com.

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FESTA DO FOLAR E DO AZEITE A 17 DE ABRIL

Posted by ntmad em 8 04 2011

A FESTA DO FOLAR E DO AZEITE irá decorrer no próximo dia 17 de Abril, no Colégio Marista, em Benfica.

O programa é o seguinte:

08:00 – Entrada dos expositores
10:00 – Abertura da Feira
13;00 – Almoço (10 €)
14:30 – Actuação da Banda Filarmónica de Sendim, Tabuaço
15:30 – Grupo de Danças e Cantares dos Professores de Almada
16:00 – Início do Serviço de Merendas:
alheira, folar, pão de centeio, vinho e água
16:30 – Palavras de saudação pelo Presidente da CTMAD
17:00 – Grupo de Violas “Os Maranus”
19:00 – Encerramento da Festa

Convidamo-lo a participar com alegria nesta Festa, e traga consigo os familiares e amigos que quiser.

Transportes: 
Metro: Alto dos Moínhos
Carris: 16, 34, 746, 758 e 768.

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NA FNAC: LANÇAMENTO DE “PATRIMÓNIO IMATERIAL DO DOURO”

Posted by ntmad em 20 02 2011

No próximo dia 24 de Fevereiro realiza-se na FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa, o lançamento do 2º volume da obra, de Alexandre Perafita PATRIMÓNIO IMATERIAL DO DOURO, editada pela Âncora Editora, com o apoio do Museu do Douro.

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Eleições para os orgãos sociais da CTMAD (triénio 2011-2013)

Posted by ntmad em 18 01 2011

Tal como foi anunciado no jornal, no próximo dia 31, segunda-feira, vão decorrer as eleições dos Corpos Sociais da CTMAD para o triénio 2011-2013.

As urnas abrirão às 15 horas e estarão abertas até às 22 horas.
Há uma só lista concorrrente cuja composição e programa eleitoral constam a seguir. 
Na Assembleia Geral que decorreu na passada sexta-feira foi manifestado por vários participantes a importância de as eleições contarem com a presença de muitos associados (as).
Foi também sugerido que, dado o facto de o acto se prolongar por várias horas e entrar pela noite, a cozinha e o bar estivessem abertos.
Vimos informar que tal se irá verificar. Haverá os tradicionais petiscos transmontanos e quem pretender jantar terá apenas de se inscrever na Sede até ao final de sexta-feira, dia 28.
 

CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

LISTA CANDIDATA AOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA

 CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO DE LISBOA, SOB O LEMA

“POR UMA CTMAD DINÂMICA NO CUMPRIMENTO DOS SEUS DESÍGNIOS”

 (Triénio 2011 – 2013)

Mandatário – Dr. António Carneiro Chaves

 

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

CARGO N.º SÓCIO NOME COMPLETO CONCELHO(Origem)
Presidente 1053 António Guilhermino Pires Murça
Vice-Presidente 2129 Maria de Lourdes Pereira Vaz Marques Alfândega da Fé
1º Secretário 3587 Alberto Pires Chaves
2º Secretário 3305 José Manuel Jerónimo Teixeira Moncorvo

 

DIRECÇÃO 

CARGO N.º SÓCIO NOME COMPLETO CONCELHO(Origem)
Presidente 701 Jorge António de Carvalho Sousa Valadares Chaves
Vice-Presidente 2358 Ana Sara Cavalheiro Alves Brito Torre de Moncorvo
Secretário 1 936 José Teixeira e Castro Chaves
Tesoureiro 791 António João Medeiros Amaro Boticas
Vogal 2288 António Armando Miranda Rodrigues da Costa Mirandela
Vogal 2778 Manuel Augusto Fonseca Martins Vila Real 
Vogal 2552 Carlos Alberto Machado Cordeiro Mirandela
Vogal   2760 Teófilo da Silva Bento Miranda do Douro
Vogal 3658 Teresa Maria Simões Sarmento Craveiro Mogadouro
Vogal suplente 2021 Jorge Manuel Pereira Gomes Chaves
Vogal suplente 946 João António Tomás Chaves

 

CONSELHO FISCAL 

CARGO N.º SÓCIO NOME COMPLETO CONCELHO(Origem)
Presidente 410 Daniel Justino Santos Moncorvo
1º Vogal 3448 Maria Laura Prestes Maia e Silva Alfândega da Fé
2º Vogal 967 Leonardo Fernandes Antão Miranda do Douro
Vogal Suplente 2810 Elsa Vera Rocha Moreira Mogadouro

 

 CANDIDATURA AOS ORGÃOS SOCIAIS DA CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Triénio 2011 – 2013

 “POR UMA CTMAD DINÂMICA NO CUMPRIMENTO DOS SEUS DESÍGNIOS”

A decisão de nos candidatarmos às próximas eleições da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro (CTMAD) assenta na vontade firme que mantemos de cumprir os grandes desígnios desta instituição que estão consignadas no Artº 3º dos seus Estatutos e que se traduzem, no fundo, na defesa e promoção dos interesses da região natural de Trás-os-Montes e Alto Douro e de todos os transmontanos e alto-durienses e seus familiares que residem na Grande Lisboa.

A lista candidata possui uma simbiose de continuidade e renovação, já que alguns dos seus membros pertenceram aos órgãos dirigentes cessantes e outros não. Estamos conscientes de que não vai ser fácil governar a nossa CASA nos tempos difíceis por que passa o nosso país, mas prometemos tudo fazer para mobilizar o maior número de transmontanos e alto-durienses no sentido de, com um espírito de união em torno do sentimento de pertença e dedicação a uma comunidade, ajudarmo-nos uns aos outros e ajudarmos a nossa região natural a crescer humana e materialmente. Vamos lutar para que a CTMAD seja uma espécie de Embaixada da nossa região na Grande Lisboa, com ligações sólidas entre os seus associados e a região, dando expressão e visibilidade aos valores da nossa região nesta grande metrópole que é a Grande Lisboa. Procurando insistentemente a maior interação possível com os organismos de Administração Central, Regional e Local para benefício mútuo, teremos em vista a promoção do património histórico-cultural e turístico da região natural de TMAD bem como o fomento da cultura em geral e em particular da que é inerente à nossa região.

Conscientes de que há aspetos vitais para o regionalismo e em particular para o futuro da CTMAD, como são o alargamento e rejuvenescimento da massa associativa e a existência de uma nova Sede com melhores condições que a atual, pretendemos prosseguir na senda do crescimento do número de associados que efetivamente contribuem para a sustentabilidade da instituição e desenvolver um processo de incentivo de jovens que migraram da nossa região para Lisboa e arredores a associarem-se a nós e participarem nas nossas atividades. E prometemos continuar a pugnar por uma Sede com muitas melhores condições para receber os associados que participar nas mais variadas atividades e com outras potencialidades para maior captação de rendimentos.

No contexto atual torna-se necessário que as instituições criem sinergias através de associações, confederações ou simples protocolos que estabelecem entre si. Pretendemos alargar os horizontes com a interação com outras associações regionais que perseguem objetivos paralelos aos nossos, tendo como objetivo a defesa dos interesses do regionalismo e do benefício das regiões desfavorecidas do nosso país. Vamos também procurar ir ao encontro de clubes ou associações que, através de protocolos, possam beneficiar os associados da CTMAD.

Pretendemos prosseguir com as mais diversas atividades, sociais, culturais, recreativas, turísticas e tentar intensificar outras igualmente importantes, como é o caso, por exemplo, da divulgação e venda de produtos regionais de TMAD. Procuraremos dar particular atenção ao aperfeiçoamento da comunicação com e entre os sócios, levando-lhes os acontecimentos da Região, a realizar ou já realizados, aprofundando o processo de renovação do Notícias de Trás-os-Montes e Alto Douro em curso, pondo-o cada vez mais em estreita ligação e consonância com informação viva e actual na Internet, num portal da Casa que pretendemos construir. E tudo faremos para dinamizar o funcionamento do Conselho Regional, estrutura da maior importância para a ligação da Casa à região e seus órgãos de Administração Regional ou Local, como órgão no qual gostaríamos de contar com um apoio conselheiro. Embora estejamos conscientes que tal desiderato não depende só de nós, esforçar-nos-emos por manter uma ligação efetiva com esse órgão de modo a que a troca de informação entre ele e a Direção seja célere e eficaz.

É nossa intenção providenciar para que, no próximo triénio, sejam levadas a cabo Jornadas de Reflexão Estratégica sobre a CTMAD tendo em vista a promoção do seu desenvolvimento a curto e a médio prazo, com base na atualização da sua legislação e modo de funcionamento a partir da mais ampla participação e experiência de todos os associados que a ela se têm dedicado e nela têm trabalhado ao longo de vários anos.

Em suma, iremos tentar ser um elemento aglutinador que permita o diálogo entre todos os sócios que pretenderem afirmar-se como pró-ativos no sentido da valorização desta CASA que nos acolheu e da sua ação prospetiva, criando o espaço que permita a afirmação de todas as iniciativas que beneficiem o progresso e desenvolvimento de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Lisboa, Dezembro de 2010

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Entrevista com o Presidente da Direcção da CTMAD

Posted by ntmad em 24 12 2010

O Flaviense, Professor Doutor Jorge Valadares, em termo de mandato, propõe-se para um segundo.

 Sente-se satisfeito com a forma como decorreu este seu mandato que está quase a terminar?

Digamos que me sinto de consciência tranquila, satisfeito não, pois eu sou sempre um eterno insatisfeito comigo próprio e com os outros que me rodeiam. Sinto que por mais que se faça há sempre algo que se poderia ter feito melhor. O facto de, por razões imperiosas, não ter podido contar a tempo inteiro com alguns dos associados que convidei para me acompanharem leva-me a inferir que, se tivesse podido contar muito mais com eles, o muito que fizemos podia ter sido ainda ampliado. Sinto que cumpri, a actividade da Direcção foi intensa e é indício disso o facto de termos tido ao longo destes três anos cerca de 100 reuniões com quórum, quando se nos limitássemos ao mínimo imposto pelos Estatutos, teríamos tido cerca de 57 reuniões. Sem possibilidade legal de explorarmos a Sede para restauração mas apenas para convívio dos associados, servimos para cima de 120 (dias) refeições  ao longo deste período e realizámos cerca de 115 atividades, na Sede e fora dela.

 Os associados da CTMAD residentes em Lisboa gostam de reviver os usos e costumes da nossa região e ter acesso aos produtos genuínos que nela se produz. Conseguiram neste mandato satisfazer esses gostos e preferências? 

Não o conseguimos menos do que nas direções anteriores que tiveram como nós o forte condicionalismo imposto pela actual Sede. As Festas tradicionais do Magusto e do Folar e do Azeite foram realizadas com sucesso, assim como a Ceia de Natal e o Jantar dos Reis. Também realizámos persistentemente a Festa dos Santos Populares, de menos tradição e talvez por isso com muito menor concorrência.

Essas Festas deveriam servir não só para os associados se divertirem e comprarem os nossos bons produtos, mas também para divulgar estes, não acha?

Sim, e é por isso mesmo que decidimos envolvermo-nos em duas das nossa Grandes Festas na Baixa pombalina, uma das zonas mais turísticas de Lisboa, o que obrigou a uma logística muito mais complexa e trabalhosa. Uma delas, em que fomos a única Casa Regional a aderir a uma Festa da Associação das Casas Concelhias, começou na sexta, dia 29 de Maio de 2009, ao fim da tarde e só terminou no domingo, dia 31, no final do dia. A outra, que também decorreu na Praça da Figueira e no mesmo ano, foi a nossa tradicional Festa do Folar e do Azeite, que associou à sua tradicional finalidade uma outra que se traduziu numa justíssima homenagem a Trindade Coelho, um grande escritor natural de Mogadouro que foi um dos fundadores da nossa vetusta e a mais antiga das casas regionais portuguesas e seu primeiro Presidente da Assembleia Geral. Obrigou a diversas reuniões para contarmos com a colaboração da Câmara de Lisboa, da Câmara de Mogadouro e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Foram duas excelentes oportunidades de darmos enorme visibilidade aos nossos produtos regionais bem como aos grupos folclóricos e bandas que participaram, mas há que dizer que todas as outras Grandes Festas que realizámos também contaram com a presença de não transmontanos residentes em Lisboa, claro em muito menor número.

Sei que um dos grandes desígnios da CTMAD estatutariamente contemplado é divulgar também a nossa cultura literária e científica e homenagear os seus grandes vultos. Tiveram isso em devida conta?

Procurámos cumprir esse desígnio, embora sinta que a escolha das pessoas a homenagear nem sempre é fácil, até por desconhecimento e por ser subjetiva. Concretizámos uma homenagem já decidida no tempo em que eu era o Vice-Presidente, que foi a do Mestre Pintor Nadir Afonso e que decorreu durante a sessão comemorativa do 104º aniversário da CASA. Claro que não escondo o meu orgulho por ter contribuído para esta homenagem por se tratar de um flaviense e grande amigo, mas o facto de ainda recentemente este Pintor ter sido homenageado e condecorado pelo Presidente da República mostra que a homenagem da CTMAD foi justíssima. Assim como o foi a do Dr. Raul Rego, um jornalista de grande prestígio que foi um político republicano consequente que lutou pela liberdade de expressão do pensamento político e social. Nessa homenagem esteve presente o ex-Presidente da Assembleia da República, Dr. Almeida Santos. Não foi exactamente uma homenagem, que bem a merecia também, mas uma oportunidade de realçar a «transmontaneidade» e o «transmontanismo» do Eng. Tomás Rebelo do Espírito Santo, de Vila Real, o facto de termos publicado o seu livro Viver, Defender e Divulgar transmontaneidade e transmontanismo. Este Ex-Governador Civil do distrito de Vila Real tem sido ao longo de vários anos um dedicadíssimo associado e dirigente da CTMAD. No que respeita à divulgação da nossa cultura posso aqui referir o lançamento de livros de autores como Bento da Cruz, António Modesto Navarro, José Manuel Pavão e João Cerqueira, Luís Vale, Fernando Chiotte, Altino Cardoso e vários outros.

Que apoios financeiros tem tido a CTMAD? E bem-feitorias houve?

 O suporte mais importante é o dos associados que pagam quotas. Procurámos e conseguimos angariar mais associados, tendo admitido só nos dois primeiros anos do nosso mandato 113 o que veio aumentar o número de sócios pagantes em mais de 15 %. Tivemos alguns apoios do Governo Civil de Lisboa e do de Vila Real, dos Municípios de Valpaços, Chaves, Carrazeda de Ansiães, Sernancelhe, Vinhais, Santa Marta de Penaguião, Vila Real e Mogadouro, e da Junta de Freguesia de São João de Brito, mas houve outros Presidentes de Municípios que deram ou prometeram dar apoios logísticos, por exemplo à deslocação de grupos etnográficos às nossas Festas. Os apoios têm-se sido cada vez mais escassos e o que nos tem valido é uma grande economia e racionalização na gestão financeira. Facilitámos o pagamento de quotas pelos associados, aderindo ao sistema “e-banking”, imprescindível para permitir aos associados a adesão ao Sistema de Débito Directo e reduzimos o custo total das comunicações em cerca de menos 52 % do custo anterior. Isto não nos impediu de termos melhorado a qualidade dos serviços de TV relativamente ao sistema anterior e de termos melhorado o sistema informático com a aquisição de um novo computador e uma nova impressora. Além disso, introduzimos algumas beneficiações na cozinha que contemplaram a aquisição de uma máquina de lavar louça, a melhoria da instalação eléctrica, pintura, armários, etc., e também nas instalações sanitárias, incluindo um novo pavimento, pinturas, reparações elétricas, etc.

Porque decidiram alterar o “layout” do jornal da CASA?

Para melhorar o seu aspeto e economizar o custo, tendo para tal contado com a colaboração de um experiente designer gráfico. Infelizmente não conseguimos manter a tão ambicionada periodicidade mensal do jornal, facto a que não foi alheio o custo ainda elevado do mesmo face ao condicionalismo económico em que a CASA viveu.

Que outras realizações gostaria de destacar?

Pela positiva gostaria de referir as, para mim, altamente significativas «romagens» à nossa região. Realizámos neste mandato duas em que os associados e seus familiares e amigos que participaram se mostraram bastante satisfeitos no final. E pela negativa quero destacar que, na sequência da reunião preparatória para o efeito havida em 28 de Julho de 2007, no Centro Cultural de Mirandela, e após o envio das respectivas conclusões elaboradas pela CTMAD a todos os intervenientes, se verificou um manifesto desinteresse por parte das autarquias traduzido no facto de apenas terem estado presentes dois Presidentes de Câmaras e um representante de um terceiro. A consequência foi o cancelamento do prosseguimento das nossas diligências feitas no sentido de realizar o 4º Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Há alguma atividade que outras direcções da Casa não tenham realizado também?

Há sim, destaco uma série de colóquios/debates com o título Educação e Desenvolvimento em Trás-os-Montes. Pessoalmente preocupado com os maus resultados globais que se verificaram nos últimos rankings das escolas, aos quais, aliás, atribuo um valor muito relativo, mas que em minha opinião não deverão ser ignorados, lancei uma série de acções em que, como professor durante 45 anos, doutorado e com a agregação em Didáctica da Física e autor e pesquisador que há muitos anos investe na área do ensino e da aprendizagem, me envolvi pessoalmente e convidei Colegas também especialistas, um dos quais já foi destacada figura do Ministério da Educação. Daí resultou uma lista de guidelines que irei tentar fazer chegar, directa ou indirectamente, às escolas da nossa região. 

                      (Entrevista conduzida por Artur Monteiro do Couto).

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Petição pela linha do Tua vai ser entregue hoje

Posted by ntmad em 30 11 2010

O movimento de defesa da linha do Tua vai entregar hoje, na Assembleia da República, uma petição com 4500 assinaturas a pedirem a reabertura da ferrovia transmontana e a reativação do troço até Bragança.
Recorde-se que o procedimento de classificação da linha do Tua, como património de interesse nacional, foi recentemente arquivado ( Anúncio nº10853/2010 , publicado no Diário da República, 2ª série, de 11 de Novembro).
Linha do Tua, entre Santa Luzia e o Tua (Foto: Jorge Camera)

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Na CTMAD, no próximo dia 25: Sessão sobre João de Araújo Correia

Posted by ntmad em 18 11 2010

 Numa conversa a dois, entre António José Borges e João Bigotte Chorão, falar-se-á de um dos mais importantes escritores da Literatura Portuguesa de qualidade: João de Araújo Correia, destacado contista, cronista e epistológrafo português do século XX. 

João de Araújo Correia nasceu em Canelas do Douro no dia 1 de Janeiro de 1899. Viveu quase toda a sua vida no Peso da Régua, onde exerceu a sua actividade de médico de profissão e de escritor por vocação, como dizia. Faleceu no Peso da Régua no dia 31 de Dezembro de 1985.

Este notável autor deixou-nos dez livros de contos, quatro novelas, oito livros de crónicas, dezassete títulos diversos e um livro de poesia. A Imprensa Nacional – Casa da Moeda está a reeditar a sua obra completa (ficção). Sendo um autor de difícil rotulagem, João de Araújo Correia insere-se na linhagem de escritores do Século XX português que pediram águas a Camilo Castelo Branco, Trindade Coelho ou Fialho de Almeida, entre outros, e que a par de um Aquilino Ribeiro, um Domingos Monteiro ou um Miguel Torga influenciaram outros autores contemporâneos, como Mário Cláudio ou Agustina Bessa-Luís, também entre outros. 

Esta sessão na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro visa, então, dignificar mais um autor português, consciente e iluminado, que se quer maior no panorama da Literatura Portuguesa do século XX.

 

Lisboa, 15 de Novembro de 2010

 António José Borges                

 

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No próximo dia 7 Novembro: GRANDE MAGUSTO TRASMONTANO

Posted by ntmad em 30 10 2010

7 Novembro 2010 – Externato Marista

Programa

10:00 Abertura Feirantes (para vender produtos regionais)

13:00 Almoço: Feijoada à Transmontana

15:00 Tarde Cultural: Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Cinfães do Douro em Lisboa

16:00 Merenda: Castanhas, alheiras e vinho

COMPAREÇAM!!!

Localização do Externato Marista de Lisboa : Rua Major Neutel de Abreu, nº11, 1500-409 Lisboa. GPS: N38.747548 W9.181272

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Terça-feira 26, na sede da CTMAD: debate sobre o ranking das escolas

Posted by ntmad em 19 10 2010

Foram publicados recentemente os rankings das escolas secundárias portuguesas. Apesar de este tipo de indicadores terem um valor questionável como meio de graduar o valor do trabalho escolar, não devemos deixar de nos preocupar com os dados obtidos a partir dos mesmos.

Assim, uma vez mais, as escolas da nossa região, globalmente, ficaram mal situadas, excepção feita a uma delas que ficou no 28º lugar, segundo o ranking do jornal Expresso. Porém a segunda melhor escola já só ficou em 163º lugar. E se é um facto que uma escola transmontana ficou em 28º lugar, logo uma outra da mesma cidade ficou no 35 º lugar a contar do fim (entre as 485 escolas). Nos últimos 25 % do total das escolas estão situadas 12 das 27 escolas de TMAD, ou seja: cerca de 45 % das escolas transmontanas estão situadas entre as 25 % mais mal classificadas.

Por que razão continuamos a assistir ao facto de a educação escolar em TMAD apresentar, comparativamente, tão maus resultados?

Por que motivo, na mesma localidade transmontana, e portanto, em princípio, dentro de uma mesma realidade social, uma Escola fica tão bem situada e outra tão mal?

São perguntas como estas que deverão fazer pensar todos os que têm sangue transmontano nas veias e amam a sua terra.

Convidamo-lo (a) a vir pensar connosco neste problema no próximo dia 26, terça-feira, pelas 18 horas, na nossa Sede. Para ajudar à nossa reflexão, vamos contar com a presença do Prof. Doutor Domingos Fernandes, que sendo descendente directo de barrosões, é um dos maiores especialistas portugueses em educação e já exerceu cargos governamentais.

Poderá ainda confraternizar connosco no jantar que se seguirá à palestra – debate com a tradicional e muito apreciada posta mirandesa. Terá apenas de se inscrever na sede até ao dia 22 de Outubro (próxima sexta-feira) através do telef. 217939311 ou através do e-mail: ctmad.lisboa@gmail.com. 

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Lançamento de livro sobre transmontanismo e transmontaneidade

Posted by ntmad em 6 10 2010

A Direcção da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro (CTMAD) decidiu editar o livro “Viver, Defender e Divulgar transmontaneidade e transmontanismo“, da autoria do Senhor Eng. Tomaz Rebelo do Espírito Santo, nosso associado de longa data a quem esta CASA muito deve e que é um profundo conhecedor e grande divulgador da realidade de Trás-os-Montes e da CTMAD. O prefácio é da autoria do Professor A. Guilhermino Pires, actual Presidente da Assembleia Geral.

A cerimónia de lançamento do referido livro terá lugar no Palácio Galveias, perto da sede da CTMAD, ao Campo Pequeno, Lisboa, no próximo dia 15 de Outubro, pelas 19 horas e contará com a presença do Professor Doutor Adriano Moreira que fará a apresentação do livro e do autor.

 

N. B. – Será servido um jantar evocativo da culinária regional para quem se inscrever até às 16 horas o dia 12, ligando para a sede: 21 793 93 11 ou por e-mail: ctmad.lisboa@gmail.com

 

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